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Ovo aumenta o colesterol? O que a ciência diz agora
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Ovo aumenta o colesterol? O que a ciência diz agora

Por Carlos Oliveira·11 de julho de 2026·Atualizado em 16 de julho de 2026·1 min de leitura
Este conteúdo é informativo e não substitui orientação médica ou nutricional profissional. Consulte sempre um especialista antes de iniciar dietas ou usar medicamentos.

Por décadas, diretrizes alimentares recomendavam limitar o consumo de colesterol a no máximo 300 mg por dia, o que colocava o ovo (rico em colesterol na gema) na lista de alimentos a evitar. Essa recomendação mudou.

Estudos recentes indicam que a gordura saturada — não o colesterol da dieta — é o principal fator que eleva o colesterol LDL no sangue. A maior parte do colesterol circulante no corpo é produzida pelo próprio fígado, não vem diretamente do que comemos.

Pesquisas mostram que o consumo de até dois ovos por dia, dentro de uma dieta pobre em gordura saturada, pode até contribuir para reduzir o LDL, em vez de aumentá-lo.

A exceção fica por conta de quem já tem colesterol elevado, diabetes ou doença cardiovascular diagnosticada — nesses casos, a quantidade ideal de ovos (e principalmente de gemas) deve ser avaliada individualmente com um médico ou nutricionista.

Fontes

  • National Geographic Brasil
  • Nutritotal

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